dr. Alexandre Colombini, Otorrinolaringologista, otorrino, nariz, cirurgia, curriculo, clínica, home, otorrinolaringologista, Laringoscopia, exames, tratamentos, Ronco, Ronco em Adultos, Ronco em Criança,  

 

Tratamentos

Ronco em Adultos

 

Você ronca?

 

Pelo menos 4 em cada 10 adultos normais roncam ocasionalmente e 2 roncam habitualmente. O ronco ocorre mais em homens, pessoas com sobrepeso ou obesidade e piora com a idade. O ronco é o som emitido pela vibração de partes moles nas vias aéreas (língua, céu da boca ou palato, amígdalas e a úvula ou campainha) durante a respiração. No entanto, o ronco em si, geralmente não causa problemas graves para a saúde da pessoa. Se bem que, do ponto de vista social, pode haver o problema de o ronco incomodar quem tenta dormir ao lado (isso pode prejudicar seriamente a convivência de um casal, por exemplo.)

 

 

O principal problema associado ao ronco são as apneias do sono, que, basicamente, são pausas respiratórias por no mínimo 10 segundos durante o sono. Quando muito intensas e frequentes causam a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) caracterizada por sintomas noturnos e diurnos ocasionados pelas apneias do sono:

 

- Sintomas noturnos: ronco ressuscitativo, pausas respiratórias testemunhadas, episódios de sufocação, despertares frequentes, sudorese excessiva, pesadelos, insônia e engasgos.

 

- Sintomas diurnos: sonolência excessiva, sono não reparador, fadiga, cefaleia matutina, alteração do humor, dificuldade de concentração, alteração da memória e diminuição da libido.

 

Esta síndrome vem ganhando cada vez mais destaque na medicina e já é considerada a principal causa “identificável” de pressão alta ou hipertensão arterial sistêmica na população (a principal causa de hipertensão no geral não é conhecida.) Também é um importante fator de risco para acidentes de transito e de trabalho.

 

A SAOS não tratada pode aumentar muito a mortalidade das pessoas e os seus riscos de apresentarem um problema cardiovascular grave como um derrame cerebral (AVC- Acidente Vascular Cerebral) ou um infarto agudo do miocárdio.

 

O tratamento do ronco e da SAOS varia de acordo com a gravidade de cada caso podendo ser feito com medidas clínicas e/ou através de cirurgias, melhorando a qualidade de vida e aumentando a sobrevida dos pacientes."

 
Ronco em Crianças
 

O Ronco nas crianças tem como principal causa o aumento das amigdalas e da adenoide (a tão famosa carne esponjosa), o aumento desses tecidos pode levar a obstrução total ou parcial da passagem do ar pelas vias aéreas enquanto as crianças dormem ocasionando além do ronco uma doença chamada apneia do sono.

 

Outros fatores como a rinite alergia, desvio de septo e hipertrofia dos cornetos podem ocasionar obstrução nasal agravando o caso e desencadeando essas cituações.

 
Apnéia do Sono

 

Você ronca?

 

Pelo menos 4 em cada 10 adultos normais roncam ocasionalmente e 2 roncam habitualmente. O ronco ocorre mais em homens, pessoas com sobrepeso ou obesidade e piora com a idade. O ronco é o som emitido pela vibração de partes moles nas vias aéreas (língua, céu da boca ou palato, amígdalas e a úvula ou campainha) durante a respiração. No entanto, o ronco em si, geralmente não causa problemas graves para a saúde da pessoa. Se bem que, do ponto de vista social, pode haver o problema de o ronco incomodar quem tenta dormir ao lado (isso pode prejudicar seriamente a convivência de um casal, por exemplo.)

 

 

O principal problema associado ao ronco são as apneias do sono, que, basicamente, são pausas respiratórias por no mínimo 10 segundos durante o sono. Quando muito intensas e frequentes causam a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) caracterizada por sintomas noturnos e diurnos ocasionados pelas apneias do sono:

 

- Sintomas noturnos: ronco ressuscitativo, pausas respiratórias testemunhadas, episódios de sufocação, despertares frequentes, sudorese excessiva, pesadelos, insônia e engasgos.

 

- Sintomas diurnos: sonolência excessiva, sono não reparador, fadiga, cefaleia matutina, alteração do humor, dificuldade de concentração, alteração da memória e diminuição da libido.

 

Esta síndrome vem ganhando cada vez mais destaque na medicina e já é considerada a principal causa “identificável” de pressão alta ou hipertensão arterial sistêmica na população (a principal causa de hipertensão no geral não é conhecida.) Também é um importante fator de risco para acidentes de transito e de trabalho.

 

A SAOS não tratada pode aumentar muito a mortalidade das pessoas e os seus riscos de apresentarem um problema cardiovascular grave como um derrame cerebral (AVC- Acidente Vascular Cerebral) ou um infarto agudo do miocárdio.

 

O tratamento do ronco e da SAOS varia de acordo com a gravidade de cada caso podendo ser feito com medidas clínicas e/ou através de cirurgias, melhorando a qualidade de vida e aumentando a sobrevida dos pacientes."

 
Nariz entupido
 

Quem nunca ficou com o nariz entupido?? Essa sensação ocorre sempre que a passagem de ar pelo nariz encontra-se parcialmente ou totalmente obstruída.

 

Essa obstrução pode ser ocasionada por resfriados, infecções e alergias respiratórias onde ocorre um aumento da produção da secreção nasal e edema da mucosa, levando a redução da passagem do ar, mas também pode ser causada por outras doenças como pólipos nasais, tumores, hipertrofia da adenoide (a tão famosa carne esponjosa) e outras alterações anatômicas como desvio de septo, hipertrofia dos cornetos e atresia das coanas.

 

A constipação nasal na maioria dos casos não é um problema grave, mas costuma ser muito incômodo.

 
Rinite/Sinusite

 

Em Que Se Baseia o Diagnóstico da Rinite Alérgica?

 

O diagnóstico da rinite alérgica é essencialmente clinico, necessitando para isso uma história clínica bem detalhada sobre os sintomas queixados pelo paciente associado ao exame da cavidade nasal. Durante a anamnese, ou seja, durante a história clínica da rinite alérgica deve constar pelo menos dois dos seguintes sintomas por mais de uma hora em alguns dias: rinorréia aquosa, espirros, obstrução nasal, conjuntivite e prurido nasal. Esses sintomas sempre são apresentados bilateralmente, no caso desses serem unilaterais como rinorréia mucopurulenta, obstrução nasal, sangramentos dentre outros, outras patologias devem ser investigadas. Alguns exames podem auxiliar no diagnóstico da rinite alérgica como o prick-test, teste cutâneo de hipersensibilidade imediata ou RAST, testes estes baseados na demonstração de IgE especificas para os alérgenos mais comuns. Freqüentemente podemos observar paciente com testes positivos porem sem sintomas, isso reforça a importância da concordância da história clinica com o resultado positivo dos testes. 

 
Refluxo Laringofaríngeo

 

O conteúdo ácido presente no estômago pode retornar pelo esôfago passivamente, chegar até a garganta e causar lesões e sintomas. Quando isso ocorre é denominado Refluxo Laringofaríngeo (RLF). Os sintomas e o tratamento são diferentes do refluxo que se manifesta no esôfago, cujos principais sintomas são azia e regurgitação.

 

A melhora do RLF depende de um diagnóstico preciso e tratamento adequado. Pacientes com desconforto na garganta são surpreendidos com diagnóstico de refluxo gastroesofágico, pois boa parte não apresenta azia ou regurgitação.

 

Refluxo Laringofaríngeo (RLF) X Doença do Refluxo Gastroesofágico (Drge)

 

O refluxo laringofaríngeo pode causar inflamações ao atingir as cordas vocais provocando manifestações clínicas como:

 

• Incômodo na garganta;

• Necessidade de limpar a garganta com muita frequência (pigarro);

• Tosse;

• Sensação de algo preso na garganta (globus).

 

Apesar de possuir a mesma base fisiopatológica, o RLF é considerado diferente da DRGE clássica que possui como principais características:

 

• Azia e/ou regurgitação;

• Boa resposta ao tratamento medicamentoso;

• Pode evoluir para esofagite erosiva, estreitamentos e esôfago de Barrett.

 

O paciente com RLF geralmente não apresenta azia e/ou regurgitação, já que a quantidade de líquidos e gases que retorna é muito pequena. O tratamento necessita de doses maiores, tempo mais prolongado e possui uma resposta clínica irregular. Além disso, raramente o paciente desenvolve alguma complicação no esôfago. Essa doença pode se agravar em pessoas que usam a voz com maior frequência, como professores e cantores.

 

Como é feito diagnóstico de refluxo laringofaríngeo?

 

Além de analisar cautelosamente os sinais e sintomas do RLF, o médico deve solicitar uma laringoscopia. Por meio desse exame, o especialista pode verificar o estado das cordas vocais, descartar outras doenças e analisar as evidências de RLF. Quanto mais intensa a inflamação, maior a possibilidade de refluxo gastroesofágico estar associado.

 

Quais outros exames podem contribuir para o diagnóstico de refluxo gastroesofágico?

 

• Endoscopia Digestiva;

• pHmetria Esofágica Prolongada;

• ImpedanciopHmetria esofágica.

 

Esses exames podem ser solicitados quando há suspeita de RLF, a fim de se excluir DRGE e evitar tratamentos prolongados e desnecessários. A ImpedanciopHmetria é o exame mais sensível quando há tosse associada, pois faz uma correlação direta do refluxo gastroesofágico ácido e não ácido com a tosse.

 

Qual tratamento mais adequado?

 

• O refluxo precisa ser bem controlado com uso de duas doses diárias de inibidor de bomba de prótons (omeprazol, pantoprazol, lansoprazol, rabeprazol ou esomeprazol). Esta medicação pode ser associada a um antiácido à base de alginato, especialmente ao deitar.

• Atenção à higiene bucal.

• Ingerir muito líquido para evitar a sensação desagradável de boca seca.

• Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, com cafeína, antialérgicos e balas mentoladas, pois são produtos que contém substâncias que ressecam a garganta e as cordas vocais.

• O tabagismo deve ser eliminado.

• Tomar cuidados com a voz, evitando gritar, sussurrar, falar por longos períodos sem interrupção e pigarrear.

 

Com relação aos indivíduos que fazem uso de medicamentos, deve haver uma avaliação frequente, já que a dosagem pode ser alterada e até mesmo interrompida, definida pela resposta clínica. Caso o problema persista, a laringoscopia deve ser repetida. Raramente, os pacientes com RLF necessitam de uma intervenção cirúrgica para controle do refluxo gastroesofágico.

 

Fonte: www.fbg.org.br.

 
Rouquidão
 

O que é Rouquidão?

A rouquidão ou disfonia é a mudança da qualidade vocal do individuo geralmente para um tom mais áspero. Isso ocorre quando há um mal funcionamento das estruturas da laringe, região esta onde se encontram as cordas vocais, que ao vibrarem emitem o som. Essas alterações podem ser agudas, de curta duração ou crônicas de longa duração. Na grande maioria dos casos a disfonia ocorre após resfriados ou abusos vocais, que levam a inflamação da laringe alterando a qualidade vocal. Porem nos casos em que a rouquidao é mais prolongada uma avaliação minuciosa deve ser realizada, principalmente se acompanhada de tosse com sangue, dificuldade para respirar ou para engolir. A rouquidão pode ser um sintoma inicial de doenças mais graves, como o câncer da laringe. Neste caso, quanto mais precoce for o diagnóstico, melhores são as chances de cura.

 

Inúmeras situações podem levar ao quadro de disfonia, dentre elas podemos citar:

 

  • doença do refluxo gastroesofágico

  • Alergias

  • Inalar substâncias irritantes

  • Câncer de laringe ou na garganta

  • Tosse crônica

  • Resfriado ou infecções das vias aéreas superiores

  • Fumar e beber em excesso, especialmente em conjunto

  • Uso excessivo ou abuso da voz (como gritar ou cantar)

  • Aneurismas da aorta superior

  • Tubo para respirar ou broncoscopia

  • Dano aos nervos ligados à voz

  • Objeto estranho no esôfago ou traqueia

  • Ingerir um líquido químico agressivo

  • Puberdade

  • Câncer de tireoide ou câncer de pulmão

  • Nódulos nas cordas vocais

  • Fraqueza dos músculos em volta da laringe causada por desordens nervosas ou musculares.

  • Dentre outras...

 

A avalição das estruturas da laringe através de exames adequados como Nasofibrolaringoscopia, Laringoscopia e Vide laringo estroboscopia é de fundamental importância para um diagnostico e tratamento precoce e adequado.

 
Infecção de Garganta


O que é Amigdalite?

 

A amigdalite é a inflamação e o inchaço nas amígdalas. Amígdalas são estruturas de defesa (gânglios linfáticos) localizadas na parte superior e posterior da garganta. Geralmente é causada por vírus, mas também pode haver infecção bacteriana. A bactéria mais comum entre as causas de amigdalite é a Streptococcus pyogenes, mais conhecida como estreptococo do grupo A. Outras bactérias também podem estar envolvidas no desenvolvimento da doença.

 

Alguns sintomas são característicos da amigdalite são: dor de garganta, secreção purulenta nas amigdalas, dificuldade de engolir, febre e dores no corpo.

 

Algumas pessoas podem apresentar amigdalites de repetição mesmo com o tratamento medico adequado, nesses casos a cirurgia das amigdalas após uma minuciosa avaliação do otorrinolaringologista esta indicada.

 
Tontura
 

 
Zumbido
 

O zumbido no ouvido atinge milhares de pessoas ao redor do mundo. Conhecido também como

acúfeno, tinnitus ou tinido, trata-se de uma sensação auditiva que não acontece por estímulos

externos ao organismo, ou seja, é um sintoma associado a várias formas de perda auditiva.

O incômodo é acometido por um som persistente que pode ser semelhante ao som produzido

por um apito, abelha, cachoeira, panela de pressão, entre outros.

 

O zumbido no ouvido pode ser desencandeado por centenas de fatores que causam incômodos

principalmente nos momentos de silêncio. Como exemplo pode-se citar: exposição prolongada a

sons acima de 85 dB, problemas de saúde, tais como, alergias inflamação no ouvido médio,

diabetes, problemas na área da coluna cervical e medicamentos.

 

Além dessas causas, para evitar o Tinittus é importante não ficar em exposição prolongada em

ambientes com altos índices de ruídos como boates e shows, tratar problemas da tireóide,

estresse e depressão.

 

Por ser um sintoma com origem multifatorial, é recomendado que o zumbido no ouvido seja supervisionado por um equipe multidisciplinar composta por: otorrinolaringologista, dentistas, fonoaudiólogos, entre outros.

 
Perda Auditiva

 

Qual a causa de perda auditiva? Um dos maiores motivos de perda auditiva é a velhice e uma outra causa comum é exposição a ruídos.

 

Todos nós perdemos nossa audição mais cedo ou mais tarde, o que significa dizer que, perda

auditiva é uma consequência natural relacionada a idade. Nossa capacidade auditiva piora a

partir dos 30 aos 40 anos e avança quando atingimos a faixa etária de 80 anos. Portanto,

mais da metade das pessoas sofre de perda auditiva nessa idade, sendo que mais da metade

delas, com problemas auditivos, estão na idade ativa.

 

Uma outra causa comum de deficiência auditiva é a exposição a ruídos. Nós vivemos num

mundo de ruídos, os quais são provocados no ambiente de trabalho, em exposições naturais,

como de motor, música de rock, concertos, clubes noturnos, discotecas e som estério - com

ou sem o uso de headphones.

 

O aumento de barulho tem crescido consideravelmente com o surgimento e uso de

aparelhos MP3, responsáveis por causar prejuízos à saude auditiva. Esses aparelhos têm a

capacidade de transmitir níveis altos de vibrações sonoras fazendo com que os usuários

desses instrumentos corram grande risco de exposição a níveis excessivos de decibéis (dB).

 

A perda auditiva pode também ocorrer como resultado de enfermidade, infecção e uso de medicamentos. Pode ser heriditária ou ser resultado de um dano físico ou lesões cerebrais

 

Fonte: http://www.hear-it.org/

 
RINOPLASTIA
 

Em Breve.

 
Adenoamigdalectomia
 

As adenóides e as amígdalas são estruturas de tecido linfóide que se encontram no fundo do nariz e da boca respectivamente.

Ambas apresentam como principal função defender o organismo de infecções.

 

A adenoamigdalectomia é uma cirurgia onde esses tecido são retirados através de um procedimento cirúrgico, realizado em ambiente hospitalar sob anestesia geral, que dura em média 30-45 minutos. Atualmente é uma das operações mais realizadas em todo o mundo e com elevado grau de segurança.

 

Mas se essas estruturas servem para defesa do organismo quais são as indicações de retira-las?

 

Pois bem, sempre que o paciente apresentar:

 

  • Infecções frequentes das amígdalas e adenoides

  • Amígdalas e adenóides aumentadas que provoquem respiração oral ronco, alterações no crescimento facial ealterações respiratórias graves, tais como apneia do sono

  • Abcessos de repetição

  • Tumores

  • Eliminação frequente de caseum

 
Septoplastia com Turbinoplastia (Cirurgia para Obstrução Nasal)
 
 

Uma das mais freqüentes e principais cirurgias realizadas pelo Otorrinolaringologista a correção dos desvios de septo nasal e a redução volumétrica das conchas nasais (cornetos) é indicada para os pacientes que apresentam como queixa principal a obstrução nasal decorrentes das alterações anatômicas dessas estruturas.

A cirurgia é realizada sob anestesia geral, inteiramente por dentro do nariz sem a necessidade de cortes externo, e na maioria dos casos sem a necessidade do uso de tampão nasal, o que proporciona maior conforto aos nossos pacientes no período pós-operatório. Normalmente não há dor. Em média o procedimento cirúrgico dura cerca de 2 horas. Como em toda cirurgia eletiva, antes do procedimento cirúrgico devem ser feitos os exames pré-operatórios, avaliação cardiológica quando solicitado e exames de imagens complementares como Tomografia Computadorizada dos Seios da Face e Nasofibroscopia. Deve-se ressaltar que cada paciente é único, e sendo assim, os exames são realizados de acordo com cada necessidade. O uso de qualquer medicamento, principalmente anticoagulantes, deve ser informado ao médico antes da cirurgia para o ajuste da dose ou suspensão do uso do mesmo. Deve-se fazer jejum absoluto de cerca de 8 horas antes (nem água), levar todos os exames

(de sangue, tomografias, raios-X, etc.), e estar acompanhado de um familiar ou amigo. A cirurgia é realizada forma ambulatorial, tendo alta no mesmo dia ou preferencialmente na manhã do dia seguinte. Atividades escolares e laborativas podem ser retomadas em alguns dias e as atividades físicas após 3 ou 4 semanas, dependendo da cicatrização.

 
Cirurgia para Sinusite
 

Nas sinusites crônicas, a terapia clínica, com corticóides tópicos, sistêmicos e antialérgicos, pode apresentar resposta em alguns pacientes. Mas na maioria dos casos a conduta cirúrgica para remoção do fator obstrutivo é a única alternativa para promover a melhora e reduzir a possibilidade de recidivas. No Brasil, a sinuplastia endoscópica é a mais adotada nos grandes centros urbanos, embora em regiões menos desenvolvidas ainda seja empregada a técnica aberta.

 

O procedimento endoscópico é minimamente invasivo, feito com o auxílio de um endoscópio, que permite ao médico ter acesso e visualizar de forma ampliada toda a cavidade nasal para a remoção do fator obstrutivo. Dependendo do tipo de obstrução, podem também ser utilizados equipamentos de radiofrequência e de laser, evitando o uso de tampão nasal, que é necessário no pós-cirúrgico dos procedimentos tradicionais. Outro recurso é o debridador, uma cânula de aspiração com uma lâmina dentro, que facilita a remoção de

 

Apesar de ser feita com anestesia geral, a cirurgia endoscópica permite que a maioria dos pacientes tenha alta no mesmo dia. Mesmo quando não é possível a total remoção do fator obstrutivo, o indivíduo tem sua qualidade de vida substancialmente melhorada. No entanto, recidivas podem ocorrer, principalmente nas sinusites causadas por fungos ou por novas formações de pólipos.

 

De qualquer forma, a crença popular de que sinusite não tem cura está longe de ser verdade. Tratamentos existem e, ainda que em poucos casos o problema não possa ser totalmente revertido, os benefícios para o paciente são muito expressivos. Acreditar no mito de que não há cura é resignar-se a conviver com a sinusite e seus sintomas e com o risco de doenças ainda mais graves.

 

Fonte: www.einsten.br

 
 
Cirurgia para Ronco - Uvulopalatofaringoplastia
 

Principais indicações

 

Esta cirurgia é indicada nas pessoas portadoras de distúrbio do sono quando existe obstrução na via aérea alta (excesso de úvula e de palato mole com ou sem hipertrofia das amigdalas palatinas) e pode ser associada à outros procedimentos nasais, da boca e da faringe. As queixas mais freqüentes são roncos, acordar à noite sufocado, taquicardia, arritmias (alteração no batimento cardíaco), alterações da pressão arterial, sonolência diurna, irritabilidade, esquecimento e falta de concentração. As indicações cirúrgicas são absolutas quando existem apnéias noturnas (paradas respiratória de 10 segundos ou mais) repetitivas durante o sono, as quais, em casos extremos, podem ameaçar a vida do paciente. As indicações são relativas quando apnéias não são tão severas ou quando o ronco passa a dificultar o convívio com outras pessoas.

Influenza A (H1N1)
 
Quais são os sintomas da Influenza A/H1N1?
São sintomas semelhantes aos da gripe: febre alta e tosse, mas em alguns casos também podem aparecer: dor de cabeça e no corpo, garganta inflamada, falta de ar, cansaço, diarréia e vômitos.
 
Qualquer pessoa pode pegar a Influenza A/H1N1?
No momento, esse contágio está acontecendo de forma restrita em alguns países. Então, por enquanto, está mais sujeito a pegar a “gripe suína”, quem viajar para esses lugares. Mas o mundo está em alerta, porque hoje em dia muitas pessoas viajam para diversos países.
 
O que eu devo fazer se tiver dúvida sobre ter contraído a Influenza A/H1N1?
Se você chegou de uma viagem internacional e nos últimos 10 dias da sua chegada surgirem sintomas como febre alta (maior do que 38°C), tosse, dor de cabeça, dor no corpo, garganta inflamada, procure um serviço de saúde e informe sobre sua viagem. O médico avaliará se você é um caso suspeito ou apenas um caso em que deve ser acompanhada a evolução dos sintomas.
 
A Influenza A/H1N1 pode apresentar complicações?
Como qualquer gripe pode evoluir para sinusite ou até para um quadro com comprometimento pulmonar.
 
Se eu pegar a doença, tem tratamento?
Sim, existe remédio por via oral que combate o vírus da Influenza A/H1N1. Outras medidas como repouso, ingestão de líquidos e boa alimentação podem auxiliar na recuperação da sua saúde.
 
Existe uma vacina?
Ainda não existe uma vacina contra a Influenza A/H1N1. Os grandes institutos de pesquisa do mundo já estão trabalhando na produção de uma vacina. Os pesquisadores acreditam que será possível ter uma vacina para a Influenza A/H1N1 ainda em 2009.
 
O que devo fazer para a prevenção da Influenza A/H1N1?
Para proteger as pessoas próximas, cubra sempre o nariz e a boca quando espirrar ou tossir. Lave as mãos frequentemente com água e sabão porque você pode ter tocado uma superfície que contenha saliva de uma pessoa infectada e ao levar as mãos à boca ou olhos pode se infectar. Sempre que possível evite aglomerações ou locais pouco arejados. Mantenha uma boa alimentação e hábitos saudáveis.
 
 
 
Cirurgia Língua Presa
 

Vocês sabiam que a anquiloglossia ou a famosa "língua presa" tem solução? Embaixo da língua temos o freio lingual, esse quando curto pode alterar a amamentação e a fala da criança. O procedimento para correção desse problema é simples, pode ser feito com anestesia local com ou sem sedação dependendo do caso. O profissional habilitado, no caso o otorrino, faz um corte na membrana do freio lingual liberando assim o movimento da língua.